30% do mercado de energia pertence ao Mercado Livre de Energia

De acordo com o levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), hoje, os consumidores optante pelo comércio de energia livre, representam 30%.

O que tem incentivado as empresas à migração, é o preço mais baixo. Comercializadores apontam que é possível economizar entre 20% a 30% no mercado livre. Como o próprio nome aponta, o consumidor pode escolher de quem vai comprar energia. O preço, a quantidade, o prazo de fornecimento e até a fonte também são negociados e definidos em contrato.

Os clientes do mercado livre, podem optar pela compra diretamente das geradoras de energia ou de comercializadoras, porém, para receber essa energia, a empresa precisa estar conectada a uma rede, sendo assim uma fatura separada pelo serviço da distribuidora é gerada, essa fatura é chamada de “tarifa fio”.

No final de dezembro de 2018, 5.819 consumidores no Brasil, usufruíram do Mercado Livre de Energia, um aumento de pouco mais de 12% em relação ao ao interior. Metade dos clientes estão em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, mas há um crescimento em todas as regiões. No distrito Federal, por exemplo, a alta foi de 49%; no Tocantins, 55%; e no Pará, 20%. A energia consumida é da ordem de 20 mil megawatts médios.

Gráfico de unidades consumidoras do Mercado Livre de Energia no Brasil
distrito federal, tocantins, pará, são paulo, rio de janeiro, minas gerias