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A fim de se obter os melhores resultados no Ambiente de Contratação Livre (ACL) – Mercado Livre de Energia –, em termos de economia, é fundamental que uma boa contratação seja acordada. Entretanto, existem outros fatores que impactam nos custos de energia elétrica, que podem ser otimizados através de uma gestão proativa, é justamente este um dos grandes diferenciais praticados pelo Grupo Witzler.

No campo da contratação, a dinâmica dos preços de mercado é um tanto complexa, podendo ser subdividida em três períodos diferentes: curto; médio; e longo prazo.

A precificação da energia nesses períodos segue lógicas distintas e o momento de contratação em cada um deles nem sempre é o mesmo. Sabendo disso iremos explicar abaixo como cada um funciona:

 

Curto Prazo

Para o curto prazo, de um a três anos no futuro, temos o fator hidrológico formando o preço. É o período de maior volatilidade de preços, portanto, é fundamental que haja agilidade no momento de contratar; janelas de oportunidade surgem eventualmente com pouca duração;

 

Médio Prazo

Já no médio prazo, de três a cinco anos, a precificação está atrelada a uma oferta e demanda no mercado, há uma influência do reajuste tarifário do Ambiente de Contratação Regulado (ACR) e os preços são menos voláteis;

 

Longo Prazo

Para o longo prazo, acima de cinco anos no futuro, a precificação é afetada por projetos de expansão da rede, portanto, grandes geradores apresentam oportunidades quando se entende que a rede está em expansão, ou quando esses planejam a execução de projetos.

Para todos os três períodos, a gestão proativa faz toda a diferença para que o consumidor entenda o melhor momento, bem como a melhor estratégia de contratação a ser definida.


Outros Fatores

Outro importante fator de impacto direto nos custos de energia elétrica é a adequação tarifária. Uma Tarifa Horo Sazonal (THS) adequada, bem como a demanda contratada ideal, garantem que os custos da fatura de distribuição permaneçam nos valores mínimos.

Manter constante atenção aos bancos de capacitores também evita multas desnecessárias que podem onerar o consumidor. (link para página de Engenharia Elétrica)

Pensando nisso, a Witzler Energia realiza análises com frequência, se atendando às demandas contratadas e registradas, bem como às modalidades tarifárias, garantindo que essa questão esteja sempre ajustada ao perfil de consumo de cada consumidor. Para a energia reativa, desenvolvemos um sistema inteligente que avisa com antecedência, antes das faturas de distribuição chegarem, a fim de que os valores sejam antecipados o mais breve possível e providências possam ser tomadas.

 

Fonte de Aquisição de Energia

Mais um fator que pode ser ajustado é a fonte de aquisição de energia. Existem diversas fontes de energia, incentivadas e convencionais, que podem ou não fornecer descontos na utilização do sistema de 50, 80 e 100%. Sendo cada fonte mais adequada a cada perfil de consumidor.

Realizamos periodicamente uma análise de viabilidade de SWAP, troca de fontes, a fim de que cada consumidor esteja adquirindo energia da fonte que mais se adequa ao seu perfil de consumo.

Quando identificamos as oportunidades, propomos a operação que visa incrementar os ganhos do consumidor no ACL.

Como visto, a economia na conta de luz vai muito além de uma boa contratação. Para que os consumidores tenham bons resultados a Witzler Energia aposta na gestão proativa, fornecendo um analista que cuida da conta de seus consumidores e garante que todas essas questões estejam sempre ajustadas.”

Entenda um pouco sobre o que envolve a escassez de chuva e como ela atinge os consumidores que fazem e que não fazem parte do Mercado Livre de Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) define Encargos Setoriais como “custos não gerenciáveis suportados pelas concessionárias de distribuição, instituídos por Lei, cujo repasse aos consumidores é decorrente da garantia do equilíbrio econômico-financeiro contratual”. Portanto, eventual e não regularmente, os regimentos ensejam Encargos Setoriais aos consumidores, estejam eles contemplados no Ambiente de Contratação Livre (ACL) ou Regulado (ACR).

Sendo todos os Encargos Setoriais criados por leis aprovadas pelo Congresso Nacional, eles têm a finalidade de possibilitar a implantação de políticas públicas no setor elétrico brasileiro. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), “seus valores constam de resoluções ou despachos da ANEEL e são recolhidos pelas distribuidoras por meio da conta de luz.”

É necessário entender que o fornecimento elétrico, para ser realizado com qualidade, engloba uma série de recursos essenciais. Tais valores são necessários para garantir aos prestadores de serviços a cobertura de custos operacionais e a remuneração necessária para investir na expansão da capacidade, possibilitando o atendimento e a condição ideal para o funcionamento do sistema. Esses custos são repassados ao consumidor em forma de tarifas calculadas pelo órgão regulador.

O MME afirma que, para cumprir com esse compromisso, a distribuidora tem seus custos avaliados na definição dessas tarifas. Elas consideram três valores distintos: Energia Comprada + Transporte de energia até as unidades consumidoras (transmissão e distribuição) + Encargos Setoriais.

Esses são mecanismos estruturais e conjunturais criados com a finalidade de garantir a proteção e segurança no abastecimento de energia, tanto no Mercado Livre de Energia quanto no Mercado Cativo. Para aqueles no Ambiente de Contratação Livre (ACL), os encargos são cobrados no momento da apuração, enquanto para os consumidores do Regulado (ACR), estes são repassados nos reajustes tarifários anuais de suas respectivas concessionárias de distribuição.

Cada um dos encargos possui objetivos pré-definidos, e algumas dúvidas podem surgir a respeito do funcionamento de tais mecanismos do sistema. A fim de sanar todos os possíveis questionamentos, segue uma breve explicação de cada encargo:

Encargo de Energia de Reserva (EER)

Após o racionamento de energia ocorrido em 2001, foi institucionalizado no Brasil a contratação de algumas usinas elétricas com a finalidade de serem uma reserva energética para o sistema. O EER, conforme previsto no Decreto nº 6.353/2008, representa todos os custos decorrentes da contratação dessa energia de reserva.

Entende-se “energia de reserva” como toda aquela destinada a garantir a segurança do fornecimento de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional (SIN), tendo procedência de usinas especificamente contratadas mediante leilões para esse fim. A inclusão de custos administrativos, financeiros e tributários são rateados entre os usuários finais de energia.

Essas usinas geram energia, mas não a vendem em contratos de longo prazo, liquidando sua geração mensalmente aos valores do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD). Tendo em vista a alta volatilidade e a grande margem de preços do PLD – R$49,77/MWh a R$583,88/MWh -, essas usinas podem passar por períodos os quais seus custos de geração não se pagam ou que geram grandes lucros.

Exemplo:

Uma usina de reserva possui sua geração a R$150,00/MWh. Quando o PLD está em R$100,00/MWh, ela tem um prejuízo de R$50,00/MWh na liquidação do montante gerado. Por outro lado, em uma situação em que o PLD está a R$350,00/MWh, a usina em questão lucra R$200,00/MWh gerados.

Por isso, criou-se a Conta de Energia de Reserva (CONER), a qual tem a função de bancar essas usinas em períodos de prejuízo, e também de reservar os eventuais lucros. Em momentos que a CONER atinge determinados patamares financeiros em reserva, os lucros são distribuídos aos consumidores. Já quando ocorre falta de recurso na CONER, o prejuízo também é rateado a título de Encargo de Energia de Reserva (EER). O EER é um encargo esporádico, acontecendo em média duas vezes ao ano.

O valor a ser depositado na conta Bradesco é divulgado no 8º dia útil com pagamento no 12º dia útil do mês.

As regiões Centro-Oeste e Sudeste abrigam grande parte das usinas hidrelétricas responsáveis pelo abastecimento elétrico do país. O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) elaborou um levantamento mostrando que, nos últimos sete anos, os reservatórios das hidrelétricas do país receberam um volume de água muito inferior à média histórica.

Esse é um problema que está ocorrendo há um certo tempo, e os órgãos responsáveis vêm se organizando  para definir diretrizes que contribuam para amenizar a crise. No fim de 2020, já surgiram consequências nas contas de eletricidade, onde o consumidor passou a pagar o valor mais alto das Bandeiras Tarifárias (vermelha, patamar 2).

Com a falta de água e a crise no sistema hidrelétrico, a geração oriunda de usinas termelétricas passou a ser totalmente demandada. Além de serem mais nocivas ao meio ambiente, por produzirem a partir da queima de combustíveis fósseis, essas usinas possuem um preço de custo muito elevado. Estima-se que o custo desse acionamento resultará em R$9 bilhões, que serão repassados ao consumidor a partir de um aumento de 5% na tarifa de luz a partir do ano que vem.

Em suma, a crise hídrica resulta em uma crise energética. Isso ocorre por uma razoável dependência dessa matriz. Em 2001, onde cerca de 85,5% da energia brasileira provinha de usinas hidrelétricas, o país passou por uma crise que culminou em um racionamento de energia. Atualmente, no entanto, o cenário muda de figura graças ao investimento em fontes renováveis e a utilização de termelétricas como “plano B”. Nos últimos 20 anos, a porcentagem de energia hidrelétrica utilizada caiu para 65% – um número ainda muito alto, resultando no cuidado que vemos hoje.

Economicamente, o aumento de 52,1% no valor aplicável da bandeira tarifária patamar 2 pode pesar no bolso, principalmente para os grandes consumidores de energia que estejam no mercado cativo, como as empresas e indústrias. Procurar outras alternativas, portanto, se torna um movimento importante para se manter e até mesmo aumentar seu espaço no mercado.

Encargo de Energia Reserva

Aporte de Garantias

As garantias financeiras existem para proporcionar mais segurança na compra e venda de energia elétrica na CCEE, tendo em vista possíveis inadimplências que podem comprometer o Mercado de Curto Prazo (MCP). Mensalmente, a Câmara de Comercialização informa os montantes de garantias que cada agente deve disponibilizar, com base em suas operações.

Aqueles que deixarem de aportar as garantias financeiras indicadas estão passíveis de ajuste nos montantes de energia vinculados aos seus contratos de venda registrados na CCEE. Ademais, estão sujeitos também a cobrança de multa que corresponde em 2% do valor não aportado. 

O aporte de garantias possui duas componentes:

1) Liquidação Financeira

A liquidação financeira é o processo de pagamento de débitos e recebimento de créditos apurados no âmbito da contabilização promovida pela CCEE. É calculada mensalmente pela CCEE cruzando os dados horários do PLD, consumo e contrato. O PLD possui seu perfil criado com preços que variam de hora a hora.

Gráfico de retas

Há horários do dia com PLD mais baixo, e em alguns mais elevado. Esse cálculo é feito pela própria CCEE com projeções de carga e geração do sistema. Os dados são divulgados diretamente para o próximo dia operativo, e podem ser acessados no endereço www.ccee.org.br

O contrato de energia, contudo, possui uma modulação de carga pré-determinada que pode ser com e perfil carga ou perfil FLAT:

Contratos com perfil carga possuem seu registro de energia acompanhando o perfil de consumo, portanto, a liquidação tende a ser zerada. Entretanto, contratos com modulação FLAT registram a mesma quantidade de energia em todas as horas do dia, podendo haver sobra ou insuficiência de recurso em determinadas horas do dia.

Gráfico de colunas

No gráfico, as barras em laranja representam a utilização desse consumidor, porém o contrato tem o perfil FLAT – logo, a soma das sobras menos as insuficiências de recursos geram uma liquidação financeira positiva ou negativa que ocorre na conta custódia.

2) Encargo de Serviço de Sistema (ESS):

O ESS representa todos os gastos do sistema que não foram previstos na operação e precificação do PLD. Segundo a ANEEL, são “valores monetários destinados à cobertura de custos dos serviços do sistema, inclusive os serviços ancilares”. Ou seja, englobam valores destinados à compensação dos agentes de geração dos custos incorridos na manutenção da confiabilidade e da estabilidade do Sistema. Os valores são pagos por todos os agentes com medição de utilização registrada na CCEE, na proporção do seu consumo. 

Por exemplo, quando o PLD está em R$200,00/MWh, todas as usinas com custo de operação de até esse valor entram em operação, se o PLD subir mais R$50,00/MWh, todas as usinas que custam até R$250,00/MWh entram também em operação.

Como estamos em um ano com uma péssima hidrologia, a pior dos últimos 91 anos, o ONS tem tomado algumas atitudes na operação do sistema, o acionamento de usinas fora da ordem de mérito.

Com um PLD em R$200,00/MWh, o ONS tem acionado usinas mais caras que este valor e a diferença em prejuízo na operação dessas usinas é rateada entre todos os consumidores, de forma proporcional à energia consumida no mês em questão.

É importante destacar que esses Encargos são diferentes das Bandeiras Tarifárias do Mercado Cativo, e ocorrem também no ACR. Porém, eles são absorvidos num primeiro momento pelas distribuidoras e repassados nas tarifas do reajuste anual dos preços das distribuidoras de energia.

Para entender mais sobre o Mercado Livre de Energia, entre em contato com os profissionais da Witzler Energia, sempre à disposição para esclarecer quaisquer questões!

 

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O presente é livre!

Entenda um pouco sobre o que envolve a escassez de chuva e como ela atinge os consumidores que fazem e que não fazem parte do Mercado Livre de Energia

Cinco estados brasileiros, incluindo São Paulo, estão enfrentando a pior crise hídrica em 91 anos. De acordo com especialistas, as raízes desse problema estão no desmatamento da Amazônia, no aquecimento global causado pela queima de combustíveis fósseis e no fenômeno natural La Ninã. A escassez de chuvas afeta diversos setores, desde a agricultura, passando pelo consumo e atingindo de forma direta a geração de energia elétrica.

As regiões Centro-Oeste e Sudeste abrigam grande parte das usinas hidrelétricas responsáveis pelo abastecimento elétrico do país. O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) elaborou um levantamento mostrando que, nos últimos sete anos, os reservatórios das hidrelétricas do país receberam um volume de água muito inferior à média histórica.

Esse é um problema que está ocorrendo há um certo tempo, e os órgãos responsáveis vêm se organizando  para definir diretrizes que contribuam para amenizar a crise. No fim de 2020, já surgiram consequências nas contas de eletricidade, onde o consumidor passou a pagar o valor mais alto das Bandeiras Tarifárias (vermelha, patamar 2).

Com a falta de água e a crise no sistema hidrelétrico, a geração oriunda de usinas termelétricas passou a ser totalmente demandada. Além de serem mais nocivas ao meio ambiente, por produzirem a partir da queima de combustíveis fósseis, essas usinas possuem um preço de custo muito elevado. Estima-se que o custo desse acionamento resultará em R$9 bilhões, que serão repassados ao consumidor a partir de um aumento de 5% na tarifa de luz a partir do ano que vem.

Em suma, a crise hídrica resulta em uma crise energética. Isso ocorre por uma razoável dependência dessa matriz. Em 2001, onde cerca de 85,5% da energia brasileira provinha de usinas hidrelétricas, o país passou por uma crise que culminou em um racionamento de energia. Atualmente, no entanto, o cenário muda de figura graças ao investimento em fontes renováveis e a utilização de termelétricas como “plano B”. Nos últimos 20 anos, a porcentagem de energia hidrelétrica utilizada caiu para 65% – um número ainda muito alto, resultando no cuidado que vemos hoje.

Economicamente, o aumento de 52,1% no valor aplicável da bandeira tarifária patamar 2 pode pesar no bolso, principalmente para os grandes consumidores de energia que estejam no mercado cativo, como as empresas e indústrias. Procurar outras alternativas, portanto, se torna um movimento importante para se manter e até mesmo aumentar seu espaço no mercado.

O Mercado Livre de Energia é o ambiente de negócios em que consumidores têm a liberdade de negociar a sua energia com geradores, comercializadores, tendo como benefício uma economia que pode superar 30%”, explica o CEO do Grupo Witzler, Lucas Witzler. 

Dentre os benefícios para os consumidores livres, estão a redução de valores (que pode chegar a 30%), a previsibilidade dos custos (planejamento visando o longo prazo), a sustentabilidade (o poder de escolher seu fornecedor, optando por fontes limpas e renováveis), dentre muitos outros. Além disso, estão isentos das alterações de valores das Bandeiras Tarifárias, já que sua aplicação se restringe ao Mercado Cativo.

Isso ocorre pois, no Mercado Cativo, o consumidor é obrigado a adquirir a energia da distribuidora, sendo exposto às variações anuais das tarifas no mercado regulado e às variações mensais das bandeiras tarifárias. Já no Mercado Livre, o consumidor tem a liberdade de escolher seu fornecedor e negociar todas as condições comerciais como preço, quantidade contratada, período, condições de pagamento, entre outros. Logo, o que muda é o pagamento da energia propriamente e a negociação direta com os fornecedores. As únicas coisas que não podem ser negociadas são os custos regulados, como os encargos e as tarifas de uso dos sistemas de distribuição e transmissão.

Diferenças entre os diferentes modos de contratação de energia no mercado brasileiro de energia

Migrar para o Mercado Livre de Energia pode ser uma atitude importante para driblar a atual crise brasileira. O Grupo Witzler possui uma equipe de profissionais capacitados e experientes no setor elétrico, preparados para analisar as demandas e apresentar soluções inovadoras que maximizem o resultado financeiro da sua empresa.

O presente é livre! Entre em contato conosco e migre agora para o Mercado Livre de Energia com a Witzler.

Energia barata, limpa e segura é Witzler.

Entenda o que são e como os consumidores livres estão isentos dessa tarifa.

O sistema de bandeiras tarifárias foi instituído pela
Resolução Normativa ANEEL nº 547/13, sendo efetivamente iniciado em janeiro de 2015. O sistema, em resumo, “sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica”, segundo o site da ANEEL. As cores das Bandeiras (verde, amarela ou vermelha) mostram se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade. Logo, serve como um sinal econômico da situação conjuntural da operação do Sistema Interligado Nacional.

É preciso ressaltar, logo de início, que o Sistema de Bandeiras Tarifárias é válido apenas para o mercado cativo. O Mercado Livre de Energia está fora desse sistema, resultando em menores custos e uma maior previsibilidade dos seus gastos com energia elétrica.

Para entender melhor como isso funciona, vamos imaginar duas situações distintas:

  • Nesse primeiro momento, imagine um cenário no qual tivemos boas chuvas e, consequentemente, uma boa recuperação dos níveis de armazenamento dos principais reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, teríamos PLD’s bem baixos, até mesmo no seu valor mínimo regulatório.

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) é utilizado para valorar os volumes de energia liquidados na CCEE – é feito a partir da diferença entre energia contratada e consumida/gerada. 

  • Agora, vamos pensar em outra situação onde o período chuvoso não tenha sido tão favorável. Aqui, esperamos um custo de operação mais elevado, já que será necessária a geração termelétrica para complementação do atendimento energético. 

Na primeira situação, não teríamos a necessidade de um sinal econômico adicional nas tarifas. Já na segunda, é esperado um custo mais elevado, os quais seriam repassados ao consumidor. 

Antes do sistema de Bandeiras, as empresas de distribuição de energia repassavam os custos mais elevados da operação ocorridos dentro de um período de 12 meses, através de reajustes nas tarifas. Como parte da energia comprada pelas distribuidoras sofre variações com o PLD, esperar um ano para repassar eventuais custos mais elevados gerava um problema de caixa. Para se evitar tal situação e os impactos mais severos nas tarifas, foi criado o sistema de Bandeiras Tarifárias.

 

 

Cores das Bandeiras Tarifárias

Através desse sistema, os custos reais de operação do sistema são sinalizados para os consumidores. Seu funcionamento se baseia nas cores dos semáforos de trânsito:

Bandeiras tarifárias - Verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2

  1. Bandeira verde: quando temos condições favoráveis de geração de energia, como no nosso primeiro exemplo acima. Não há acréscimo nas tarifas.

  2. Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis, com um certo nível de despacho térmico. A tarifa sofre um acréscimo de R$0,01874/kWh.

  3. Bandeira vermelha: indica condições mais desfavoráveis de geração. É dividida em dois patamares, dependendo do quão desfavorável a situação se encontra:

    • PATAMAR 1: acréscimo tarifário de R$0,03971/kWh
    • PATAMAR 2: acréscimo tarifário de R$0,09492/kWh*

 

*A ANEEL instituiu uma Consulta Pública (041/2021), com início no dia 01/07. O objetivo é “obter subsídios para definição do valor do adicional da Bandeira Tarifária Vermelha Patamar 2, devido à situação de excepcionalidade advinda da escassez hídrica”, segundo a Descrição da Consulta Pública. Em suma, a intenção é estabelecer uma nova definição do valor da Bandeira Patamar 2, o qual iria para cerca de 0,118 R$/kWh. Tal consulta receberá contribuições até o dia 30/07 e você pode acessá-la aqui

O acionamento das bandeiras é feito através de faixas definidas estabelecidas conforme a Resolução Homologatória da ANEEL nº 2.551/2019, considerando valores de PLD e do Fator de Ajuste do MRE (conhecido como GSF). O GSF é o fator que representa o risco hidrológico, medido pela divisão da energia efetivamente gerada por hidrelétricas pela garantia física do conjunto de usinas hidrelétricas que participam do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE). 

Um fator abaixo de 100% significa que o conjunto de usinas do MRE está gerando abaixo da garantia física prevista para o mês, refletindo uma condição desfavorável de geração hidrelétrica. 

É importante lembrar que este sistema é válido apenas para o mercado cativo, ou seja, para o consumidor que paga à distribuidora uma tarifa de energia regulada pela ANEEL, sem possibilidade de negociação e fixo ao preço estabelecido pelo Governo. Os consumidores livres, adeptos ao Mercado Livre de Energia, estão fora do sistema de Bandeiras Tarifárias. Logo, o resultado disso, além de custos menores, é uma maior previsibilidade do gasto com energia elétrica e, portanto, mais segurança.

 

Saiba mais sobre bandeiras tarifárias no vídeo abaixo:

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Energia barata, limpa e segura é Witzler.

Na busca pela sustentabilidade, essencial para melhorar a imagem do seu negócio, a diminuição da emissão de carbono (descarbonizar) é um passo importante.

Os combustíveis fósseis – carbono e petróleo, por exemplo – estão inseridos no nosso dia a dia. Ao serem queimados, geram energia para movimentar carros, para produção elétrica, na indústria, entre outras utilidades. No entanto, o gás carbônico (CO2) emitido na queima desses gases é extremamente prejudicial ao meio ambiente, contribuindo, inclusive, para a degradação da camada de ozônio e o agravamento do efeito estufa. E é a partir disso que pensamos no conceito de “descarbonização”. 

Em setembro de 2015, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Relações Internacionais publicou um relatório mostrando ser possível diminuir a concentração de dióxido de carbono e demais GEE (Gases de Efeito Estufa) até 2050. Dessa forma, seria possível contribuir para evitar o aumento da temperatura do planeta em 2ºC. 

O projeto DDPP (Deep Decarbonization Pathways Project) enquadra como requerimentos para alcançar essa meta uma “profunda transformação dos sistemas de energia em meados do século, por meio de declínios acentuados na intensidade do uso de carbono em todos os setores econômicos, uma transição chamada de ‘profunda descarbonização’”, segundo a iniciativa.

Uma das principais ações para cumprir esse plano de metas é a adesão a fontes de energia renováveis, como a solar, eólica e hidrelétrica. Capazes de utilizar os recursos naturais de forma responsável e ecologicamente correta, esse tipo de energia tem pouquíssimos impactos no meio ambiente e ainda por cima são inesgotáveis.

 

E o que isso tem a ver com a sua empresa?

O debate em torno da sustentabilidade vem obtendo cada vez mais destaque, tanto no meio mercadológico quanto social. Atualmente, a preocupação com os impactos ambientais um valor que vem sendo cobrado de todas as empresas pelos seus stakeholders. A genuína postura sustentável agrega valor para seus negócios. Para o cliente consciente com o meio ambiente, encontrar fornecedores e parceiros de negócios que pactuem dos mesmos valores é fundamental.

Para fazer isso, é preciso entender que esse conceito está associado de forma direta ao desenvolvimento de ações focadas na transição para uma economia com baixo uso de carbono. Dentre essas atitudes, a principal é aderir a fontes de energia renováveis. Para empresas com substancial consumo de energia, torna-se essencial a busca por esses meios alternativos.

Selo Energia 100% RenovávelCertificado de Energia Renovável

A transição da eletricidade gerada por usinas térmicas para fontes renováveis é um dos principais caminhos para a descarbonização. A Witzler Energia, além de instruir e orientar na transição para as fontes sustentáveis, fornecerá um Certificado de Energia Renovável desenvolvido em parceria com a SBC Cert. Baseado no protocolo GHG Protocol, que garante a certificação do uso de energia renovável e o certificado de redução na emissão de gases de efeito estufa.

Os benefícios para a empresa atravessam o posicionamento da marca, trazendo um diferencial de desempenho socioambiental; documentação e registro para a empresa como consumidora de energia limpa; e produtos e serviços selados como apoiadora de energias renováveis e, por consequência, da sustentabilidade.

Selo I-REC StandardI-REC

International REC Standard (I-REC) é um sistema global de rastreamento de atributos ambientais de energia, possibilitando aos consumidores de eletricidade a comprovação de que utilizam energia renovável. 

Toda a energia produzida, sendo ela de fontes renováveis ou não, é transmitida através do Sistema Interligado Nacional (SIN), chamado Grid, que transmite a energia por toda uma rede até o local de consumo. O fator de emissão de GEE é publicado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que rastreia fisicamente esse processo. No entanto, mesmo que a empresa utilize energia limpa, essa ação pode não ser reconhecida em termos de redução de emissão.

O I-REC resolve esse problema, tornando possível adquirir Certificados de Energia Renovável, comprovando, assim, a sua origem. Reforçando o compromisso com o meio ambiente, o Grupo Witzler possui a certificação e o selo I-REC – sendo ele indicado para empresas que buscam certificação global ou ainda não estão no Mercado Livre de Energia.

Os profissionais da Witzler estão à disposição para esclarecer quaisquer questões. Clique no botão abaixo e entre em contato conosco para saber mais!

O presente é livreEnergia barata, limpa e segura é Witzler.

Na busca da manutenção da competitividade da atividade industrial, a otimização de recursos e redução de custos são atividades rotineiras. A grande maioria das indústrias possui, como um dos principais insumos, a energia elétrica, podendo chegar a 40% dos custos de produção. Nesta missão, o Mercado Livre de Energia (MLE) tem cumprido um papel relevante na indústria nacional, permitindo a livre negociação dos contratos de energia e um preço mais competitivo em cada megawatt-hora consumido.

Com o advento do Mercado Livre de Energia, a partir da Lei 9.074 de 7 de Julho de 1995 criou-se um hub de negociações para energia elétrica, possibilitando a livre negociação dos contratos de fornecimento de energia para os consumidores eletrointensivos. No início, apenas consumidores com demanda contratada acima de 10.000 kW e com alimentação igual ou maior de 69 kV. Dona de uma conta de energia mensal na ordem de 60 milhões de reais, a indústria Carbocloro foi o primeiro consumidor a migrar para o MLE, no ano de 1999, para a unidade localizada na cidade de Cubatão/SP.

O acesso ao Ambiente de Contratação Livre (ACL) sofreu uma maior democratização com dois marcos: a criação do Consumidor Especial com a Lei 5163/2004, tornando elegíveis ao ACL os atendidos por demanda entre 500 e 3000 kW, e a possibilidade de atendimento destes consumidores por Fontes de Energia Incentivada, fruto da Lei 11488/2007. A partir de 2008, surgiram os primeiros consumidores especiais de energia, aumentando a quantidade de consumidores que deixaram de comprar sua energia diretamente da distribuidora.

Nos anos seguintes, verificou-se a multiplicação de agentes consumidores no Mercado Livre que vinham em busca de preços mais competitivos para energia. Momentos como a Revisão Tarifária ocorrida em 2015, criaram ondas migratórias massivas na CCEE, como pode ser visto no gráfico a seguir.

Gráfico de linhas da Evolução Anual do Número de Agentes (2000-2020)- Indústria
Evolução Anual do Número de Agentes (2000-2020)

Segundo a ABRACEEL, no mês de Maio de 2021, o Mercado Livre registrou a marca de 8.978 agentes, correspondendo a 33% de todo o consumo de energia do Brasil. Ambiente no qual o consumo industrial é coadjuvante protagonista, tendo alocado 85% do consumo através de contratos de energia negociados livremente.

Com a migração massiva de consumidores industriais, acessar o Mercado Livre de Energia deixou de ser apenas uma alternativa de economia, na verdade, trata-se de uma necessidade competitiva para o mercado externo e interno. A liberdade de negociação dos contratos traz uma série de vantagens competitivas aos consumidores que a realizam, não estando apenas restrito na conta de energia ao final do mês.


Menor custo unitário da energia elétrica

Ao buscar energia no mercado livre, negocia-se diretamente com os agentes comercializadores e geradores, sendo possível acessar a energia a um custo unitário inferior ao mercado cativo.

Os consumidores do mercado livre conseguem acessar, em média, um preço de energia 38% inferior ao do mercado cativo.


Baixo investimento

Apesar da migração ao ACL significar a alteração do fornecedor de energia, já que o consumidor deixa de comprar compulsoriamente da distribuidora local, não há a necessidade de se alterar fisicamente a entrada de energia.

Atualmente, o requisito para a migração é o consumidor possuir uma ligação com demanda mínima de 500 kW nos padrões da distribuidora, sendo necessário realizar a adequação do Sistema de Medição Final (SMF).

Vale ressaltar que empresas dentro do mesmo grupo podem colaborar para somar o valor da demanda mínima para migração, através da comunhão de direito. Também é possível migrar empresas que estejam em áreas contíguas, através da comunhão de fato.


Previsibilidade dos custos

O período de contratação é definido pelo consumidor, podendo ser firmados contratos de meses até prazos maiores, de 5 anos ou mais, por exemplo. Empresas que optam por contratar por um período mais extenso garantem a previsibilidade em seus custos pelo período contratado.

Além disso, os clientes do Mercado Livre de Energia não ficam sujeitos ao pagamento das Bandeiras Tarifárias, que em 2021 podem gerar um custo extra na ordem de R$ 9,96 até R$ 75,71 para cada megawatt-hora, entre as bandeiras amarela e vermelha patamar 2.


Escolha por matriz energética limpa

Com a crescente conscientização da necessidade da preservação ambiental, iniciou-se uma maior preocupação com a fonte da energia e os seus impactos. O Mercado Livre de Energia teve um papel fundamental na diversificação da matriz energética brasileira e inserção de fontes renováveis, sendo atualmente responsável por 50% do consumo destas matrizes.

Os consumidores especiais (atualmente enquadrados entre 500 kW e 1000 kW de demanda) obrigatoriamente consomem energia oriundas de fontes incentivadas, as quais se enquadram as renováveis como as de fonte eólica, solar, PCH e biomassa com certa potência instalada definida.

Os demais, classificados como Consumidores Livres, possuem a liberdade de buscar contratos de fontes incentivadas ou adquirir energia de players que desenvolvem projetos de energia renovável.

Para as empresas reforçarem publicamente o compromisso com o meio-ambiente, a Witzler Energia pode fornecer o Certificado de Energia Renovável, para os consumidores especiais e os I-RECs, certificados de energia renovável com validade internacional e rastreabilidade da origem.

Em contrapartida das vantagens obtidas pelos consumidores do ACL, veio o desenvolvimento do Setor Elétrico Brasileiro, com o destaque da colaboração do setor industrial, vanguarda dos primeiros agentes consumidores. Nos pouco mais de 20 anos de Mercado Livre de Energia, houve o crescimento do mercado, surgindo grupos empresariais de Produtores Independentes de Energia e Comercializadores. Além disso, a matriz elétrica nacional foi pluralizada com a inserção de fontes renováveis, muitas desenvolvidas para serem totalmente comercializadas no ACL.

Ainda há muito trabalho a ser feito, sendo um dos desafios do setor garantir o acesso ao ACL dos consumidores com demanda inferior a 500 kW, prevista para o ano de 2024, segundo a Portaria 465/2019.

O relacionamento entre o Setor Industrial e o Mercado Livre de Energia tem colhido resultados fundamentais para o desenvolvimento da nação. A liberdade de escolha do fornecedor de energia possibilita ao consumidor uma maior competitividade ao ter acesso a uma energia mais barata, contribuindo para a redução de custos deste insumo. Neste sentido, os trabalhos consistem em garantir a possibilidade de acesso ao ACL para todo setor e em breve para todos os consumidores.

O presente é livre! Entre em contato conosco para falar conosco e migre agora para o Mercado Livre de Energia com a Witzler. 

Energia barata, limpa e segura é Witzler.

O Mercado Livre de Energia proporciona a livre negociação entre consumidores e geradores ou comercializadores de energia. Porém, apesar de trazer facilidades, o funcionamento do Ambiente de Contratação Livre (ACL) pode trazer algumas dúvidas.

Portanto, esclarecemos as 10 principais questões sobre o assunto. Confira a seguir:

 

1. Como funciona o Mercado Livre?

No ACL, diferentemente do Mercado Cativo, é possível comprar energia diretamente dos geradores ou comercializadores. Assim, é possível selecionar desde a empresa fornecedora até as condições contratuais como preço e período de contratação desejado, por exemplo.

Dessa forma, é possível encontrar uma proposta que vá ao encontro do perfil de cada negócio. Essa particularidade traz vantagens, especialmente, no âmbito financeiro.

Witzler Energia | Mercado Livre de Energia

 

2. Para quem pago a conta?

No Mercado Cativo, a conta é paga diretamente para a distribuidora, que passa ao consumidor o custo da energia somado ao custo pela distribuição. Já no ACL, o consumidor livre paga o valor de energia diretamente para os geradores ou comercializadoras. Mantendo seu relacionamento com a distribuidora para pagamento do custo pela distribuição.

Dessa forma, o comprador paga duas faturas. Uma sobre o serviço de distribuição para sua concessionária local; a tarifa regulada. E outra referente ao pagamento da própria energia comprada; preço negociado de contrato.

Essa última pertence ao fornecedor ou ao comercializador de energia com quem ele fez o negócio.

 

3. Quem pode ser Consumidor Livre?

Existem dois requisitos para os consumidores aderirem ao Mercado Livre de Energia de acordo com a legislação brasileira. A primeira é a obrigatoriedade que a unidade consumidora tenha demanda contratada mínima de 500kW. Enquanto isso, a segunda indica que a unidade deve estar conectada em média ou alta tensão.

 

4. Empresas que não atendem ao requisito mínimo de demanda contratada também podem migrar para o ACL?

A resposta é sim! Contudo, neste caso, a empresa pode valer-se de duas estratégias de comunhão de cargas.

Na Comunhão de Direito, para se tornar um consumidor especial e entrar para o Mercado Livre, é possível unir-se a duas ou mais unidades consumidoras com a mesma raiz de CNPJ. Nesse caso, a somatória das demandas contratadas deve ser de, no mínimo, 500kW.

Além disso, há a possibilidade da Comunhão de Fato. Nessa opção, pode haver uma união entre empresas com CNPJs distintos, situadas em áreas contíguas. A obrigatoriedade, nesse caso, é que a somatória das demandas contratadas também seja, no mínimo, 500kW.

Ademais, já está em tramitação no Congresso um projeto de lei que permitirá a entrada de mais consumidores nesse mercado.

 

5. Como é feita a migração?

Uma vez de acordo com a regulação, a migração do Mercado Cativo para o Mercado Livre pode levar de seis meses a um ano. Além disso, o processo possui algumas exigências. Portanto, a seguir, elencamos todas as etapas desse processo:

  • Avaliação dos requisitos de tensão e demanda;
  • Análise de contratos vigentes com a distribuidora, em especial as condições de rescisão;
  • Realização de um estudo de viabilidade econômica;
  • Denúncia do atual contrato de fornecimento junto à atual distribuidora de energia;
  • Negociar e assinar o contrato de fornecimento de energia elétrica no Mercado Livre com um gerador ou comercializador;
  • Negociar e assinar os Contratos de Conexão ao Sistema de Distribuição (CCD) e de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD) com a distribuidora a qual a unidade industrial ou comercial está conectada;
  • Adequar o sistema de medição de consumo junto à distribuidora, conforme legislação vigente: Sistema de Medição para Faturamento (SMF);
  • ● Aderir à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), tornando-se Agente do Mercado (exceto se a opção for pelo produto Varejista).

Parece complexo? Mas não se preocupe, os profissionais da Witzler estão prontos executar todos os procedimentos para você.

 

6. São necessárias adequações para realizar a migração?

Para a migração para o Mercado Livre, é necessária unicamente a adequação do sistema de medição. Para isso, o medidor é substituído por uma tecnologia para transmitir, via internet, os dados de medição para a CCEE.

7. O processo de migração demanda custo?

A resposta é sim! Como elencamos, são necessários investimentos tanto durante o processo de migração quanto após sua conclusão. Assim, entre eles destacam-se:

  • ● Adequação do sistema de medição;
  • Taxa de adesão à CCEE;
  • Tarifa mensal de gestão.

8. Como funciona o horário de ponta no Mercado Livre?

O horário de ponta é um período no qual a tarifa de energia chega a ter o preço triplicado quando comparados aos valores cobrados nas demais horas do dia.

Esse aumento objetiva reduzir o pico e não sobrecarregar as linhas de transmissão. Contudo, no Mercado Livre não existem essas tarifas, já que a energia é comprada antecipadamente e o valor é pré-definido na negociação.

Dessa forma, quanto maior o tempo do contrato, maior será o desconto.

9. Como lidar com os riscos?

Naturalmente, como todo mercado, no ACL, o consumidor está sujeito a alguns riscos. Entretanto, uma boa gestão é capaz de reduzi-los.

A seguir, apresentamos alguns riscos e como mitigá-los por completo:

Variação do preço: A exposição ao mercado de curto prazo pode gerar uma redução do ganho financeiro decorrente da migração para o ACL. Para mitigar este risco, recomendamos que o consumidor livre esteja sempre contratado por um período de, no mínimo, três anos;

Risco de crédito: é muito importante realizar uma análise de crédito do fornecedor ao contratar energia. Caso o contrato não seja honrado, o consumidor ficará descontratado e sujeito à volatilidade de preços. Portanto, recomendamos uma análise de crédito rígida para eliminar esse risco.

Além disso, também é recomendada a compra de energia por fornecedores que possuam ativos de geração em seu portfólio.

Com a Witzler Energia, você conta com toda nossa experiência para mitigar todos os riscos, trazendo segurança e economia para usa empresa!

10. No Mercado Livre, há o risco de sofrer com interrupção de energia?

Não, já que não existe diferença na entrega física de energia no Mercado Livre ou Regulado, pois o consumidor continua sendo atendido pela distribuidora. Está continua sendo a responsável pela qualidade no atendimento à sua unidade consumidora.

Portanto, assim como no ambiente regulado, isso só ocorre em casos de inadimplência e/ou blackout.

Ainda tem alguma dúvida? Saiba mais sobre o Mercado Livre de Energia e tenha acesso às curiosidades sobre o Mercado Livre de Energia. Além disso, os profissionais da Witzler estão à disposição para esclarecer quaisquer questões.

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O presente é livre!

Com o passar dos anos e a necessidade de urgência das causas ambientais, empresas que se preocupam com o meio ambiente e principalmente as com certificados de energia renovável, se destacam de forma positiva entre a concorrência, além de conquistar a admiração de seus clientes e população.

BENEFÍCIOS 

Posicionamento de marca, Documentação e Registro, Produtos e Serviços selados e diferenciação competitiva

Aqui na Witzler Energia possuímos dois tipos de certificação de energia renovável e vamos explicar um pouco mais sobre elas neste blog.

Certificado energia 100% renovável

Começando pelo certificado Witzler de Energia Renovável, que em parceria com a SBC Cert foi desenvolvido com base no protocolo GHG Protocol, um protocolo para certificação de uso de energia renovável e de redução na emissão de gases de efeito estufa. 

O Certificado de Energia Renovável é voltado para os consumidores que desejam comprovar a fonte da energia usada no Mercado Livre. Podendo ser utilizado por toda a empresa, por suas unidades ou nos produtos e serviços.

I-REC Standard - Reforçando nosso compromisso com o meio ambiente

Outro selo oferecido pela Witzler, é o I-REC. Um sistema global de rastreamento de atributos ambientais de energia, onde os consumidores de eletricidade podem comprovar a origem da energia renovável. O I-REC é indicado para empresas que buscam certificação global ou ainda não estão no mercado livre de energia.

Saiba mais sobre Mercado Livre de Energia ou entre em contato conosco.

O presente é livre!

 

Independente do ramo ou do tamanho de uma empresa, todas elas são dependentes de um fator em comum: a energia elétrica. Seja em pequena, média ou larga escala, as companhias necessitam de energia para o fornecimento de luz, internet, funcionamento de equipamentos e, no caso de fábricas, para a operação de máquinas.

Justamente pela diversidade de demandas, em 1995, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) fundou o Mercado Livre de Energia. Também chamado de Ambiente de Contratação Livre (ACL), ele consiste na livre negociação entre consumidores e geradores ou comercializadores de energia.

Se ainda não conhece a modalidade, elencamos 5 curiosidades sobre o Mercado Livre e como ele pode garantir economias para a sua empresa. Confira a seguir: 

ícone de uma régua

1. De acordo com a sua necessidade

Diferentemente do Mercado Regulado, no qual os consumidores não podem escolher seus fornecedores de energia, no Mercado Livre é possível comprar energia diretamente dos geradores ou comercializadores. 

Assim, podem ser selecionados detalhes que vão desde a empresa fornecedora até o preço que se quer pagar e o período de contratação desejado.

Sendo assim, com um maior poder de escolha na hora da contratação é possível adequar-se ao perfil de consumo de cada negócio. Essa particularidade traz vantagens, especialmente, no âmbito financeiro.

ícone de dinheiro

2. Previsibilidade de custos

Ao poder negociar sua energia com antecedência no Mercado Livre, as empresas conseguem fazer uma previsão de orçamento! Isso ocorre porque, uma vez estabelecidos em contratos, os preços não ficam mais sujeitos às oscilações de reajustes do mercado regulado e mudanças das bandeiras tarifárias. 

Além disso, é possível assegurar a compra de energia no curto, médio e longo prazo, já prevendo as despesas com energia no período do contrato, o que facilita a gestão financeira.

ícone de dinheiro

3. Economia 

Ainda, além da previsibilidade e de permitir a adequação do contrato ao consumo, o Mercado Livre é bastante diversificado entre geradores e comercializadores. A competitividade impacta diretamente na redução de preços e no aumento da eficiência pelos parceiros comerciais. 

Para se ter uma ideia, de acordo com o último boletim da Associação Brasileira Dos Comercializadores De Energia (ABRACEEL), o Brasil tem hoje 33% da sua energia elétrica consumida no mercado livre. E, até 2019, essa modalidade já tinha garantido uma economia de mais de 200 bilhões de reais aos seus consumidores!  

Ícone de uma Lâmpada com setas em volta, simbolizando sustentabilidade

4. Em dia com o meio ambiente 

No ACL, devido à possibilidade de escolher seu fornecedor, os consumidores podem optar por geradores de energia renovável, diminuindo assim a emissão de gases de efeito estufa.

Por isso, atualmente, 47% da geração de energia das fontes renováveis incentivadas é realizada justamente para atender o Mercado Livre! 

ícone de 3 trabalhadores, um atrás do outro em formato de ícone

5. Especialistas cuidam de tudo  

No Mercado Livre, o consumidor tem duas possibilidades: tornar-se um agente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) ou ser representado por um comercializador varejista.

Contudo, devido ao excesso de burocracia e exposição aos riscos – especialmente no mercado de curto prazo – a figura do comercializador é importante. De acordo com a ABRACEEL, neste mês, 65% do volume transacionado no mercado livre é realizado pelas comercializadoras.

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Energia barata, limpa e segura é Witzler.

A relação entre as chuvas e o abastecimento das represas pode parecer muito simples. Contudo, você sabe como isso impacta a sua conta de luz?

Ocorre da seguinte forma: no caso do Brasil, as hidrelétricas são a principal fonte de produção de energia. Portanto, como dependem do volume de água disponível, em períodos de chuva, a produção de energia nas hidrelétricas aumenta. 

O contrário também acontece, e em períodos de poucas chuvas, há uma redução na produção de energia elétrica.

 

Níveis críticos no estado 

A recente falta de chuvas impactou severamente os reservatórios de todo o Brasil. Para se ter uma ideia, um terço dos reservatórios monitorados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) está com menos de 20% da capacidade total

Ainda, a situação mais grave, segundo dados do ONS, é no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, responsável pela geração de cerca de 70% da energia consumida no Brasil. 

Essa situação levou o governo a pedir à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no início de dezembro do ano passado, que retomasse a cobrança das bandeiras tarifárias

Com isso, as contas de energia tendem a subir porque, para suprir a demanda, entram em operação as usinas termelétricas. Essas, por sua vez, demandam mais investimentos para produzir energia.

 

Medidas para economizar 

Apesar do nível de alguns reservatórios que abastecem o estado de São Paulo ter voltado a subir com as chuvas registradas em dezembro e no começo de janeiro, o consumo consciente é sempre o indicado. 

Sendo assim, para garantir a economia de água e controle das contas de energia, o governo federal lançou a campanha “Água e energia: Evite o desperdício para não faltar depois”. 

Ademais, outras dicas para economizar água e, consequentemente energia, são: 

  1. Tomar banhos rápidos;
  2. Fechar a torneira quando não estiver usando;
  3. Ficar de olho em vazamento;
  4. Trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou de LED;
  5. Não esquecer de apagar a luz quando sair de um ambiente.

 

Como a Witzler Energia pode me ajudar?

Nossa Consultoria em Energia, possui uma equipe de engenheiros capacitados com experiência no setor elétrico prontos para analisar demandas e apresentar soluções inovadoras que maximizem o resultado financeiro de suas empresa.

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