Categoria: FAQ


Após analisar os contratos vigentes, o consumidor deve realizar um estudo de viabilidade econômica, comparando as previsões de gastos com eletricidade no mercado livre e no cativo.

Busque por segurança, capacidade técnica e conhecimento regulatório. Escolha uma empresa na qual você confie.

Agora é hora de realizar a adesão à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCE) e fazer a modelagem dos ativos de consumo ou geração no ACL, conforme os procedimentos de comercialização da CCEE.

O mercado livre possibilita a adoção de diversas estratégias de contratação de energia de acordo com o perfil do consumidor:

Mercado Livre de Energia
Consumo flexível

O contrato pode prever um consumo flexível (por exemplo, 10% acima ou abaixo do total contratado), reduzindo o risco de déficits ou de superávits. As margens de flexibilidade podem ser precificadas pelos vendedores.

ícone perfil arrojado
Perfil arrojado

Nessa estratégia é feita a contratação de volumes inferiores à necessidade no longo prazo, e o complemento do montante total em contratos de curto prazo. Porém, o risco associado a esse tipo de estratégia é significativamente superior.

Ícone Contrato
Alternativas contratuais

Os consumidores também podem utilizar mecanismos derivativos de compra futura, opções de compra ou ainda contratos de compra de energia com descontos garantidos em relação à tarifa regulada.

Ícone Conservador
Perfil conservador

A estratégia contempla contratos de longo prazo, que dão alta previsibilidade à empresa. Os custos são previamente negociados e conhecidos durante todo o período contratado.


Mercado livre (ou ACL – ambiente de contratação livre) é um ambiente competitivo de negociação de energia elétrica em que os consumidores podem escolher seu fornecedor e negociar livremente todas as condições comerciais, como preço, indexador, quantidade contratada, período de suprimento, formas de pagamento, entre outras condições.
É diferente do mercado cativo (ACR – ambiente de contratação regulado), em que o consumidor é obrigado a adquirir sua energia através da distribuidora que lhe atende, ficando exposto às variações anuais das tarifas no mercado regulado e às variações mensais das bandeiras tarifárias.

O mercado livre de energia oferece diversas vantagens aos seus consumidores, como redução de custos, previsibilidade orçamentária, sustentabilidade e muito mais!

Conheça algumas delas a seguir:

Redução de Custo - Mercado Livre de Energia
Redução de Custos

A livre negociação de energia elétrica no mercado livre de energia proporciona reduções no custo de energia de até 40% em relação ao mercado regulado.

Ícone Negociação
Poder de Escolha

Os consumidores têm o poder de gerir e planejar os seus contratos de compra de energia como qualquer outro insumo inerente ao seu negócio.

Ícone Sustentabilidade
Sustentabilidade

O consumidor pode optar pela compra de energia das fontes limpas e renováveis sem a necessidade de investimento ou custos adicionais.

ícone Fatura
Fim das Bandeira Tarifárias

Os consumidores não são sujeitos às variações tarifárias do mercado tradicional regulado pela Aneel. Sendo assim, as bandeiras tarifárias cobradas pelas distribuidoras não são aplicáveis aos consumidores livres.

Ícone Previsibilidade
Previsibilidade de Custos

As negociações de compra e venda de energia no mercado livre de energia proporcionam um planejamento de custos de longo prazo. Como a energia é livremente negociada com preço fixo, os consumidores livres não estão mais sujeitos a reajustes na energia determinados pela Aneel.

Ícone Gestão
Preço Fixo de Energia

No mercado livre, os consumidores compram energia através de contratos com preço fixo, não havendo distinção entre horários de ponta (ou “de pico”) e fora de ponta.


Quando um consumidor paga sua conta de luz no mercado cativo, ele custeia dois produtos de naturezas distintas: a energia e o transporte da eletricidade, feito por meio dos fios elétricos. Do ponto de vista das distribuidoras, os custos são separados em duas parcelas diferentes: parcela A e parcela B.

Parcela A

Refere-se ao preço da energia, aos custos de transmissão e aos encargos. As distribuidoras não têm qualquer controle sobre esses custos e apenas os repassam aos consumidores.

Parcela B

Refere-se à infraestrutura de distribuição e serviços associados (essencialmente manutenção e operação) e à disponibilidade do sistema de transporte de energia (fio) da própria distribuidora. Essa parcela é a que remunera as concessionárias, que têm controle sobre seus custos.

Quando o consumidor potencialmente livre ou especial efetiva sua migração para o mercado livre, os custos referentes ao serviço de distribuição (parcela B) permanecem os mesmos, pois a distribuidora se mantém responsável pela entrega de energia. O que muda é o pagamento dos custos da energia propriamente dita, negociado diretamente com os fornecedores. Os encargos e a transmissão, que são custos regulados, não podem ser negociados.


Atualmente existem dois tipos de consumidores que podem desfrutar do mercado livre de energia:

Consumidores livres

Consumidores com no mínimo 2.500 kW de demanda contrata. Podem contratar energia proveniente de qualquer fonte. Aqueles conectados à rede elétrica antes de 7 de julho de 1995 só podem receber energia com tensão superior a 69 kV.

Consumidores Especiais

Consumidores com demanda entre 500 kW e 2.500 kW. Estão restritos à contratação de energia originária de usinas eólicas, solares, pequenas centrais hidrelétricas, biomassa ou hidráulicas com potência inferior a 50.000 kW.

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