glossário

Ao pesquisar sobre o Mercado Livre de Energia, você já se deparou com uma sigla desconhecida?

Isso com certeza te impediu de entender por completo o que os artigos tinham a intenção de dizer, como por exemplo: ACL, ANEEL, CCEE, e etc.

O Mercado Livre de Energia pode parecer confuso para você que está descobrindo esse nicho agora. E para te ajudar, a Witzler Energia criou um glossário que facilitará o seu entendimento sobre o assunto.

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W Y X Z

A

Agente Comercializador da Energia de Reserva

Ambiente de Comercialização Livre – figuram entre estes consumidores indivíduos que optem por se desvencilhar do modelo monopolístico de distribuição para buscar seu próprio fornecedor de energia e estão divididos em duas categorias: (i) Consumidores Livres; (ii) Consumidores Especiais.

(i) Consumidores Livres – aqueles com carga igual ou superior a 3.000 KW, conforme art. 15, §2º, da Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, que podem optar por adquirir energia elétrica de “qualquer concessionário, permissionário ou autorizado de energia elétrica do sistema interligado”, incentivado ou não. O conceito de Consumidor Livre, portanto, engloba somente os grandes consumidores industriais, dada a elevada exigência legal.

(ii) Consumidores Especiais – enquadrando-se nessa figura aquele “consumidor ou conjunto de consumidores reunidos por comunhão de interesses de fato ou de direito, cuja carga seja maior ou igual a 500 kW” (art. 26, §5º, da Lei 9.427/96, conforme alterado). Essa classe de consumidores somente pode adquirir livremente energia elétrica incentivada, nos termos da Resolução Normativa nº 247/06 da ANEEL.

Ambiente de Contratação Regulada

Instituição financeira responsável pelo recebimento e Custódia das Garantias Financeiras.

Instituição financeira contratada pela CCEE para proceder à Liquidação Financeira das operações realizadas no Mercado de Curto Prazo.

Agente de Geração, Agente de Comercialização ou Agente de Importação, que seja habilitado em documento específico para este fim.

Ato de atribuir a um Agente, conforme Regras de Comercialização, parte do montante de Excedente Financeiro resultante da comercialização de energia entre os submercados com preços diferentes.

Agência Nacional de Energia Elétrica

Representação de determinado ativo físico para o qual são atribuídos os montantes de energia. Pode ser representado por uma Conexão, Usina, Unidade Geradora ou Carga.

A legislação do setor elétrico atribui incentivos à produção de energia elétrica para consumo próprio por meio de diferentes instrumentos, com vistas a fomentar o investimento em geração por parte dos próprios consumidores, desonerando assim o sistema e liberando o potencial instalado para atendimento das demais demandas existentes. Tais incentivos se refletem na isenção de encargos setoriais, a saber: a Conta de Desenvolvimento Energético – CDE e o Proinfa, ambos instituídos pela Lei nº 10.438, de 26 de abril de 2002; e a Conta de Consumo de Combustíveis – CCC, instituída pela Lei nº 8.631, de 4 de março de 1993

Pessoa física ou jurídica ou empresas reunidas em consórcio que recebem concessão ou autorização para produzir energia elétrica destinada ao comércio de toda ou parte da energia produzida, por sua conta e risco.

B

Barra da Fábrica

Barra da Usina

O BRAMS (Brazilian developments on the Regional Atmospheric Modeling System) é um projeto conjunto do ATMET, IME/USP, IAG/USP e CPTEC/INPE, financiado pela FINEP (Agência Brasileira de Financiamento), com o objetivo de produzir uma nova versão do RAMS sob medida para a trópicos. O objetivo principal é fornecer um modelo único para os Centros Meteorológicos Regionais Brasileiros. O modelo BRAMS/RAMS é um modelo de previsão numérica multifuncional projetado para simular circulações atmosféricas que vão desde escalas hemisféricas até grandes simulações de redemoinhos (LES) da camada limite planetária.

Baixa Tensão de Distribuição

C

Centro de Gravidade – é onde a energia é entregue ao sistema de transmissão, e onde a ANEEL diz que a geradora pode auferir a quantidade de energia a ser comercializada (com base na garantia física), pois incorrer perdas e consumo próprio da energia gerada.

Controle Automático de Geração. Montante Financeiro que a Usina deve ser ressarcida pelos custos incorridos na operação e manutenção dos equipamentos de supervisão, controle e de comunicação necessários à participação da usina no CAG.

Entidade externa eleita pelos Agentes da CCEE destinada a estruturar, organizar e administrar processo alternativo de Solução de Conflitos, que, no exercício estrito dos direitos disponíveis, deverá dirimir Conflitos por meio de arbitragem, nos termos da Convenção de Comercialização de Energia Elétrica e do Estatuto da CCEE.

Curva de Aversão ao Risco. Um mecanismo que estabelece o nível mínimo de armazenamento de água dos reservatórios das hidrelétricas necessário à produção de energia com segurança para o sistema interligado. Ou seja, para assegurar o atendimento pleno do mercado e a capacidade de recuperação dos reservatórios, os níveis de armazenamento de água dos reservatórios de cada região devem ser mantidos sempre acima da Curva de Aversão ao Risco ao longo de dois anos.

Dispositivo ou um consumidor de uso final que recebe potência de um sistema elétrico. Não deve ser confundido com demanda; a medida de potência que uma carga recebe ou requer.

Conta de Consumo de Combustíveis. O encargo é cobrado para cobrir os custos de geração térmica dos sistemas isolados da Região Norte. Ficou em R$ 5,1 bilhões em 2011. O crescimento dos custos desse encargo se deve a importantes mudanças nas suas regras, crescimento do consumo de energia nos sistemas isolados e reajustes dos contratos das distribuidoras com os produtores independentes que atuam na região.

A mudança de regras foi definida na Medida Provisória 466/2009, posteriormente convertida na Lei 12.111/2010. A lei ampliou o conjunto de itens a serem cobertos pela CCC, passando a incluir, além do custo dos combustíveis usados nas térmicas, a compensação pela perda de arrecadação de ICMS (sobre o diesel usado nas usinas) dos governos dos estados recentemente interligados ao Sistema Integrado Nacional (SIN), o custo dos contratos de geração (quando realizada por terceiros) e outros custos de geração própria das empresas de distribuição.
Vale observar que o encargo deveria diminuir, tendo em vista justamente a interligação de sistemas isolados da região ao SIN. No final de 2009, por exemplo, já foi integrada a maior parte da carga dos estados do Acre e Rondônia.

Contrato de Compra de Energia

Contrato de Compra de Energia no Ambiente Livre. São contratos de compra e venda de energia, negociados livremente entre duas partes e firmados entre os Agentes, sem a participação da ANEEL ou da CCEE. Esses contratos são registrados na CCEE, sendo que o processo de registro consiste na informação dos montantes contratados e dos prazos envolvidos, não havendo necessidade de informar os preços acordados. Os contratos são registrados pelos Agentes Vendedores e validados pelos Agentes Compradores, para que sejam utilizados no processo de Contabilização e Liquidação Financeira. A definição CCEAL passou a ser adotada a partir da Resolução Normativa ANEEL nº 323/08.

Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado. São celebrados entre Agentes vendedores e distribuidores que participam dos leilões de compra e venda de energia elétrica.

Contrato de Comercialização de Energia Convencional Especial. São contratos bilaterais firmados entre agentes vendedores de energia convencional especial e Consumidores Livres, Especiais e demais compradores.

Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, instituída pela Lei nº 10.848/04 e criada pelo Decreto nº 5.177/04, absorveu as funções e estruturas organizacionais e operacionais do MAE.

Contrato de Compra de Energia Incentivada

Contrato de Comercialização de Energia Incentivada Especial. são contratos bilaterais firmados entre agentes vendedores de energia incentivada especial e os Consumidores Livres, Especiais, bem como demais compradores.

Comitê Coordenador do Planejamento da Expansão dos Sistemas Elétricos

Contrato de Conexão ao Sistema de Transmissão

Contrato para Comercialização Varejista

Conta de Desenvolvimento Energético. A CDE, criada pela Lei nº 10.438/02, tem por objetivo promover o desenvolvimento energético dos estados e a competitividade da energia produzida a partir de fontes eólica, pequenas centrais hidrelétricas, biomassa, gás natural e carvão mineral nacional, e promover a universalização do serviço de energia elétrica em todo o território nacional.

E um ponto virtual do sistema onde temos as perdas totais da rede básica divididas em 50% para geradores e 50% para as cargas. É neste ponto que ocorrerão as compras e vendas de energia na CCEE.

Contrato de Energia de Reserva. Fica estabelecido que a energia adquirida nessa modalidade de leilão não pode constituir lastro para a revenda de energia, além de ser contabilizada diretamente no mercado de curto prazo (MCP) pela CCEE.

Contrato de Geração Distribuída

Que estabeleceu critérios e diretrizes para a política de operação energética e despacho de geração termelétrica nos Programas Mensais de Operação realizados pelo ONS, bem como para a formação de preço no mercado de energia elétrica. Uma dessas diretrizes é a Curva Bianual de Segurança, denominada “Curva de Aversão ao Risco – CAR

Centro de Geração Hidrelétrica

Os modelos hidrológicos do tipo chuva-vazão foram desenvolvidos tendo como objetivo a síntese de séries de vazão em determinados locais, para finalidades como a previsão de vazões ou a síntese de vazões em locais carentes de informações, entre outros.

Contrato de Importação ou Exportação de Energia Elétrica

Contrato de Leilão de Ajustes

Este termo do mercado financeiro, adaptado à comercialização de energia, visa refletir a atuação como prestação de serviço de compensação e liquidação das operações de energia. Como o mercado de energia possui diferentes tipos de energia e benefícios, a atuação da VE trabalha com os contratos de energia existentes do cliente, buscando o melhor custo x benefício, através da compra e venda de excedentes e compensação da energia.

Custo Marginal de Expansão (custo marginal de longo prazo). Custo por unidade de energia produzida durante atendimento a um acréscimo de carga no sistema, através da expansão da capacidade do sistema.

Custo Marginal de Operação do Sistema. Custo para se produzir o próximo MWh necessário ao sistema elétrico.

Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. O CMSE é um órgão criado no âmbito do MME, sob sua coordenação direta, com a função de acompanhar e avaliar a continuidade e a segurança do suprimento elétrico em todo o território nacional.

Conselho Nacional de Política Energética. O CNPE é um órgão interministerial de assessoramento à Presidência da República, tendo como principais atribuições formular políticas e diretrizes de energia, assegurar o suprimento de insumos energéticos às áreas mais remotas ou de difícil acesso no país, rever periodicamente as matrizes energéticas aplicadas às diversas regiões do país, estabelecer diretrizes para programas específicos, como os de uso do gás natural, do álcool, de outras biomassas, do carvão e da energia termonuclear, além de estabelecer diretrizes para a importação e exportação de petróleo e gás natural.

Centro de Operações de Geração

Para fins de enquadramento na modalidade de “Cogeração Qualificada”, a usina deverá satisfazer os seguintes requisitos: (i) estar regularizada perante a Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, atendendo ao disposto na Resolução ANEEL nº 390, de 15 de dezembro de 2009 e legislação específica; (ii) possuir potência elétrica instalada maior ou igual a 1MW e menor ou igual a 50MW; (iii) atender aos requisitos mínimos de racionalidade energética, conforme estabelecido na Resolução ANEEL nº 235/06.

O MRE compensa os Agentes de Geração que fornecem energia ao sistema acima do seu montante de Garantia Física. Isto é feito por meio do pagamento de seus custos variáveis de operação (exceto combustível) e das compensações financeiras pelo uso da água. Estes custos serão então totalizados de todos os Agentes que doarem energia ao MRE, e o valor médio por MWh será pago por todos aqueles que receberem energia do MRE. A taxa paga por todos os Agentes de Geração participantes do MRE que sejam receptores líquidos de Garantia Física e Energia Secundária do MRE, é denominada Tarifa de Energia de Otimização (TEO).

Conta de Energia de Reserva. O saldo da CONER é composto pela receita advinda da exposição positiva ao MCP decorrente da geração das usinas, pelo Encargo de Energia de Reserva – EER, por encargos moratórios advindos da eventual inadimplência no pagamento do EER e pelas penalidades previstas no CER.

Usina que, em função de restrições de transmissão tem a sua geração despachada pelo ONS em valores inferiores ao determinado pelo despacho utilizado para a formação de preço.

Usina que, em função de restrições de transmissão tem a sua geração despachada pelo ONS em valores superiores ao determinado pelo despacho utilizado para a formação de preço.

Instrumento Administrativo, delegado pela Diretoria da Agência aos superintendentes da ANEEL, para apoiar as atividades das unidades organizacionais na instrução de processos de regulamentação ou na implementação de suas atribuições específicas. Em uma consulta pública, é permitida a participação e encaminhamento de contribuições por qualquer pessoa, física ou jurídica.

Consumidor que só pode comprar energia elétrica da concessionária ou permissionária que detém a concessão do serviço de distribuição de energia elétrica para a localidade na qual se encontra instalado, ficando submetido à tarifa e condições de fornecimento estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL.

Aquele que exerce a opção de compra de energia elétrica, conforme definido nos art. 15 e 16 da Lei nº 9.074/95 (definição conforme Decreto nº 5.163/04).

Instrumento jurídico que formaliza a compra e venda de energia elétrica entre Agentes da CCEE, tendo por objeto estabelecer preços, prazos e montantes de suprimento em intervalos temporais determinados. Contratos de compra e venda de energia negociados livremente entre dois agentes de Mercado sem a interferência da CCEE, sendo divididos em duas subcategorias de acordo com o prazo de duração do Contrato: Longo Prazo e Curto Prazo.

Contrato de Uso da Energia de Reserva. É de responsabilidade da CCEE o recolhimento desse recurso, bem como a celebração do Contrato de Uso da Energia de Reserva – CONUER junto aos agentes com perfil de consumo, cujo modelo é estabelecido pela ANEEL e funciona como um contrato de adesão que deve ser firmado por todos os agentes com tal perfil.

Documento de cunho multilateral celebrado entre os Agentes da CCEE e a CCEE que estabelece em suas cláusulas as condições que regem a Arbitragem no âmbito CCEE.

Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos

Contrato de Uso do Sistema de Distribuição

Contrato de Uso do Sistema de Transmissão

Custo Variável Unitário

D

Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora

Modelo de otimização para o horizonte de curto prazo (até 12 meses), que representa o primeiro mês em base semanal e vazões previstas, a aleatoriedade das vazões do restante do período através de uma árvore de possibilidades (cenários de vazões) e o parque gerador individualizado (usinas hidráulicas e térmicas por subsistemas). Seu objetivo é determinar o despacho de geração das Usinas Hidráulicas e Térmicas que minimiza o valor esperado do custo de operação em seu horizonte de planejamento (mensal com operação em base semanal), dado o conjunto de informações disponível (carga, vazões, disponibilidades, limites de transmissão entre subsistemas, função de custo futuro do NEWAVE etc).

Conjunto de instruções, de ações e o controle da operação de um sistema eletroenergético integrado. O ONS realiza, por meio do despacho centralizado, a programação de geração para cada usina do sistema e outras fontes de fornecimento efetivo de energia elétrica de forma confiável e econômica, atendendo requisitos de carga do sistema. Faz a operação de controle de linhas de transmissão de alta tensão, subestações e equipamentos, operação do sistema interligado e programação das transações de energia elétrica com outros sistemas de interconexão.

Duração de Interrupção Individual por Unidade Consumidora

Uma objeção formal levantada justificadamente por um agente da CCEE, quando este, após um período de mediação, questiona quaisquer dados considerados no cálculo de determinado faturamento.

Demais Instalações de Transmissão

Duração Máxima de Interrupção Contínua por Unidade Consumidora

E

Energia Armazenada. Valoração energética do volume armazenado em um reservatório pela produtividade das usinas hidrelétricas a jusante.

Encargos de Energia de Reserva. Este encargo deve cobrir todos os custos advindos da contratação de energia de reserva, tais como custos administrativos, financeiros e tributários. O Encargo pago pelas distribuidoras é repassado na tarifa do mercado cativo, mediante reajuste tarifário das concessionárias.

Lei 9.427 de 26/12/1996 – empreendimentos hidroelétricos com potência igual ou inferior a 1.000 (mil) kW e para aqueles com base em fontes solar, eólica, biomassa e cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, cuja potência injetada nos sistemas de transmissão ou distribuição seja menor ou igual a 30.000 (trinta mil) kW, a ANEEL estipulará percentual de redução não inferior a 50% (cinquenta por cento) a ser aplicado às tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e de distribuição, incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pelos aproveitamentos
ANEEL Resolução Normativa – nº77, 18 de agosto de 2004 – Art. 2º Fica estipulado o percentual de redução de 50% (cinquenta por cento), a ser aplicado às tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e de distribuição (tarifas de fio), incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pelos empreendimentos a que se refere o art. 1º desta Resolução (pequenas centrais hidrelétrica, biomassa e etc. como citado acima

Lei 9.427 de 26/12/1996 – empreendimentos hidroelétricos com potência igual ou inferior a 1.000 (mil) kW e para aqueles com base em fontes solar, eólica, biomassa e cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, cuja potência injetada nos sistemas de transmissão ou distribuição seja menor ou igual a 30.000 (trinta mil) kW, a ANEEL estipulará percentual de redução não inferior a 50% (cinquenta por cento) a ser aplicado às tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e de distribuição, incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pelos aproveitamentos.

ANEEL Resolução Normativa – nº77, 18 de agosto de 2004 – Art. 2º Fica estipulado o percentual de redução de 50% (cinquenta por cento), a ser aplicado às tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e de distribuição (tarifas de fio), incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pelos empreendimentos a que se refere o art. 1º desta Resolução (pequenas centrais hidrelétrica, biomassa e etc. como citado acima

Empresa de Pesquisa Energética, criada pela Lei nº. 10.847, de 15 de março de 2004, que tem por finalidade prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinados a subsidiar o planejamento do setor energético, tais como energia elétrica, petróleo e gás natural e seus derivados, carvão mineral, fontes energéticas renováveis e eficiência energética, entre outras.

Energia Natural Afluente é a quantidade equivalente de energia elétrica que pode ser gerada a partir da afluência.

Energia Natural Afluente é a quantidade equivalente de energia elétrica que pode ser gerada a partir da afluência nos subsistemas (regiões do país).

Termo utilizado para definir a Garantia Física das Usinas Hidrelétricas. Em comercialização de energia, a Energia Assegurada representava a energia que Usinas Hidrelétricas participantes do MRE poderiam comprometer em contratos de venda.

Energia produzida através de fontes alternativas (PCHs, eólica, biomassa, solar, etc.), cujo custo de produção tende a ser mais elevado, motivo pelo qual é concedido um desconto de 50% ou 100% no valor da TUSD ou TUST, a fim de viabilizar a competição com as demais fontes.

Caso a produção total de energia elétrica do MRE seja maior do que a garantia física total do MRE, as usinas integrantes possuirão o direito de receber uma parte desse eventual excedente apurado além de suas garantias físicas. Esse excedente é chamado “Energia Secundária” e é alocado a todas as usinas participantes do MRE, na proporção de suas garantias físicas estabelecidas.

Central Geradora Eólica

Empresa de Pesquisa Energética

Esquema Regional de Alívio de Carga

Encargo de Responsabilidade da Distribuidora

Encargos de Serviços de Sistema. Cobre custos de geração térmica associados a restrições elétricas (gargalos de transmissão) e segurança energética (preservação de níveis mínimos nos reservatórios das hidrelétricas). Em 2011, o ESS somou R$ 1,4 bilhão. A maior parte disso se deve a restrições elétricas exatamente na região recentemente interligada ao SIN, que compreende sistemas no Acre e Rondônia (a linha de transmissão existente ainda não está operando com estabilidade e confiabilidade adequadas, de maneira que é necessário manter o despacho de térmicas na região). A ABRACE considera importante o estabelecimento de maior transparência nas decisões que determinam a operação do sistema elétrico (falta a definição de sistemáticas que permitam previsibilidade de custos aos consumidores).

Encargo de Uso do Sistema de Distribuição

F

G

I

J

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

U

V

Z

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W Y X Z

ACL
Ambiente de Contratação Livre

ACR
Ambiente de Contratação Regulada

Aneel
Agência Nacional de Energia Elétrica

CCEE
Câmara de Comercialização de Energia Elétrica

CCEAL
Contrato de Compra de Energia em Ambiente de Contratação Livre

CCEI
Contrato de Compra de Energia Incentivada

CMO
Custo Marginal de Operação

kV
Quilovolt

kW
Quilowatt

kWh
Quilowatt-hora

MCP
Mercado de Curto Prazo

MW
Megawatt

MWh
Megawatt-hora

GWh
Gigawatt-hora

PLD
Preço de Liquidação das Diferenças

ONS
Operador Nacional do Sistema Elétrico

GSF
Generation Scaling Factor

SIN
Sistema Interligado Nacional

ENA
Energia Natural Afluente

PMO
Programa Mensal de Operação

CMSE
Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico

MME
Ministério de Minas e Energia

MLT
Média de Longo Termo

MRE
Mecanismo de Realocação de energia

EPE
Empresa de Pesquisa Energética

EOL
Central Geradora Eólica

UFV
Central Geradora Fotovoltaica

PRODIST
Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica

CCPE
Comitê Coordenador do Planejamento da Expansão dos Sistemas Elétricos

CMSE
Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico

TUSD
Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica

CONER
Conta de Energia de Reserva

CCE
Contrato de Compra de Energia

CCEAR
Contrato de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado

CCT
Contrato de Conexão ao Sistema de Transmissão

CER
Contrato de Energia de Reserva

CGD
Contrato de Geração Distribuída

CIE
Contrato de Importação ou Exportação de Energia Elétrica

CLA
Contrato de Leilão de Ajustes

CUSD
Contrato de Uso do Sistema de Distribuição

CUST
Contrato de Uso do Sistema de Transmissão

CCV
Contrato para Comercialização Varejista

MCSD
Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits

PROINFA
Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica

MCSPE
Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico

DIT
Demais Instalações de Transmissão

DMIC
Duração Máxima de Interrupção Contínua por Unidade Consumidora

DEC
Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora

DIC
Duração de Interrupção Individual por Unidade Consumidora

CVU (LEILÃO)
Custo Variável Unitário

PCH
Pequena Central Hidroelétrica

CGH
Central Geradora Hidroelétrica

EER
Encargo de Energia de Reserva

ERD
Encargo de Responsabilidade da Distribuidora

EUSD
Encargo de Uso do Sistema de Distribuição

ERAC
Esquema Regional de Alívio de Carga

Fc %
Fator de cogeração (Central Termelétrica Cogeradora)

FT
Fator de Transmissão

ICC
Índice de Unidades Consumidoras com Tensão Crítica

MT
Média Tensão de Distribuição

BT
Baixa Tensão de Distribuição

MAE
Mercado Atacadista de Energia Elétrica

MCP
Mercado de Curto Prazo

MIGDI
Microssistema Isolado de Geração e Distribuição de Energia Elétrica

MUSD
Montante de Uso do Sistema de Distribuição

PEN
Plano da Operação Energética

PLC
Power Line Communications

PLMAE
Preço limite do mercado de curto prazo

PRORET
Procedimentos de Regulação Tarifária

PIE
Produtor independente de energia elétrica

RTE
Recomposição tarifária extraordinária

RU
Redes unificadas

SMF
Sistema de medição para faturamento

SED
Subestação de distribuição

TE
Tarifa de Energia

TF
Tarifa de fornecimento

TUST
Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão de Energia Elétrica

TSEE
Tarifa Social de Energia Elétrica

TC
Tensão Contratada

TL
Tensão de Leitura

TR
Tensão de Referência

TNP
Tensão Não Padronizada

TN
Tensão Nominal

TCCI
Terminal de Consulta ao Consumo Individual

UHE
Usina hidrelétrica

UTE
Usina termelétrica